“Eu devia ter nesse tempo dez anos. Era uma menina prestimosa e trabalhadeira à moda do tempo. Tinha ajudado a fazer aquela cocada. Tinha areado o tacho de cobre e ralado o coco. O coco era gordo, carnudo e leitoso, o doce ficou excelente. Minha prima me deu duas cocadas. Duas cocadas só. De noite, sonhava com as cocadas. De dia as cocadas dançavam piruetas na minha frente”. Nesta contação, conheça a delicada e profunda história escrita pela poeta Cora Coralina sobre o seu desejo de menina de comer as cocadas feitas pelas suas mãos, mas guardada a sete chaves por sua prima mais velha. Venha se encantar e compartilhar receitas de família.
*Atividade Gratuita!
Presencial - às 10h
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